segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018





Erik Killmonger foi criado por Don McGregor e Rich Buckler, fazendo a sua estreia nas páginas de Jungle Action #6 (Vol 2) corria o ano de 1973. 

O pai de Erik viu-se forçado a ajudar o vilão Klaw e como resultado disso toda a família N'Jadaka se viu exilada de Wakanda pelo seu rei, T'Challa, a.k.a Black Panther. 

Erik cresceu no Harlem, em Nova Iorque, desenvolvendo uma natural antipatia para com T'Challa e Klaw, alterando o seu nome de família para Killmonger. 


 


Após se formar, Erik voltaria a Wakanda com o plano de assumir controlo do reino. 

Killmonger, que obteve força e reflexos meta-humanos graças à ingestão de uma erva especial em forma de coração, atacou o Black Panther, mas não antes de enviar outros adversários para o desgastar. 

A disputada batalha com o herói resultará na morte de Erik. 


 


Contudo, este não foi o fim do vilão.

Ele seria ressuscitado pelo Mandarim que o usaria para batalhar não apenas o Black Panther, mas também o Iron Man. 

Qual fénix e após mais uma morte, Erik voltaria à vida, conseguindo bater finalmente em duelo T'Challa, mas sendo morto de seguida pela heroína Photon.

De salientar ainda, que Erik assumiu brevemente a identidade de Black Panther numa altura em que se julgava que T'Challa estava morto.


 


Leituras essenciais:

Jungle Action #6-8 (Vol 2, de 1973) - O primeiro duelo com o Black Panther. Erik faz-se acompanhar pelo seu leopardo, Preyy e pelos vilões Malice e Venomm.

Jungle Action #12 (Vol 2, de 1974) - O regresso de Killmonger, uma vez mais acompanhado por Preyy e dois novos vilões, Sombre e King Cadaver.

Iron Man Annual #5 (Vol 1, de 1982) - Erik é ressuscitado pelo Mandarim e enfrenta o seu velho rival, o Black Panther, uma vez mais. Este issue tem o bónus de contar com um LMD do Black Panther.

Black Panther #20 (Vol 3, de 2000) - Uma das lutas mais intensas entre o vilão e o Panther, com Erik a conseguir finalmente bate-lo no um a um.

Black Panther #38 (Vol 4, de 2008) - Erik morre, aparentemente pela última vez, a batalhar contra o Black Panther e a sua aliada, Photon.





Posted on segunda-feira, fevereiro 19, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018



 


Após uma traumatizante estadia em Apokolips, onde foi corrompida por Darkseid e forçada a lutar contra o primo, Superman, Kara é trazida de volta à Terra onde assume a identidade de Supergirl, desejosa por começar uma nova vida no planeta que adoptou como casa após a destruição de Krypton. 

Como parte da praxe, Kara irá apresentar-se à restante comunidade heróica, procurando encontrar o seu próprio espaço na mesma. 

Contudo, tal apresentação irá revelar-se tudo menos pacífica. 

Nas páginas de Supergirl #1 (Vol 5, de 2005) Kara encontra a JSA, cujos membros estavam engalfinhados numa intensa luta contra o vilão Solomon Grundy. 

Inicialmente uma mera espectadora, Kara decide interferir quando vê que os poderes da integrante mais poderosa do grupo, a igualmente kryptoniana Power Girl, estão a falhar. 

Com um potente soco, Kara logra em conseguir aquilo que todos os presentes haviam falhado em fazer e derruba Grundy. 

O que se segue não poderia ser mais estranho. 

A enfraquecida Power Girl não só recupera a sua força como fica insana após apertar a mão da Supergirl e ataca esta com uma ferocidade terrível. 


 


Ambas são separadas pelo Green Lantern (Alan Scott), com Mister Terrific a explicar que devido às semelhanças entre as duas, elas por e simplesmente não podem estar próximas uma da outra. 

É como se a mesma pessoa estivesse a tentar ocupar o mesmo espaço*

Perante a iminência de voltar a estar sujeita a exames médicos, Power Girl abandona o local, o que faz Kara seguir-lhe o exemplo, desiludida por um encontro que apenas serviu para a alienar.





Procurando conforto e rostos familiares, Kara segue para Smallvile, mais concretamente para a quinta dos Kent. 

Será lá que ela se irá deparar com Kon-El, a.k.a Superboy. 

O encontro entre ambos que tem lugar em Supergirl #2 não corre nada bem. 

Embora Kara nada mais quisesse que amizade, Kon irá responder de forma bastante hostil, julgando que ela estava em Smallvile para o forçar a ser um herói novamente**

Sem querer ouvir as explicações de Kara e excessivamente agressivo para com ela, Kon irá forçar a nossa heroína a combate-lo. 

Dona de uma força brutal, Kara irá golpear Kon com tanta força que lhe deslocará a mandíbula. 

A contenda parecia encerrada não fosse a chegada dos Teen Titans, o grupo ao qual pertencia Kon.


 


Estes desconfiavam das intenções de Kara e não hesitaram em atacá-la. 

Kon é imobilizado pelo Beast Boy, enquanto os restantes Titans enfrentam a Supergirl. 

A rapariga de aço depressa revela ser poderosa demais para os jovens heróis. 

A sua raiva sobrecarrega o lasso da Wonder Girl, ao passo que o negro da sua alma faz o mesmo com a Raven. 

A luta finalmente acaba com a chegada da Starfire que recruta Kara para fazer um test-drive junto dos Outsiders. 


 


A formação dos Outsiders é liderada por Nightwing, o antigo parceiro do Batman, que testa Kara em combate, tentando perceber os limites da jovem kryptoniana (em Supergirl #3). 

Kara, mesmo sob o efeito de kryptonite, derrota Lightning e Rose, duas das integrantes da equipa. 

Procurando provar o seu valor junto de Nightwing (pelo qual havia ficado apaixonada), Kara decide enfrentar sozinha o perigoso Lex Luthor. 

A sua acção precipitada vai fazer com que Starfire seja ferida pelo vilão e que a própria Kara seja brutalmente espancada. 


 


Com uma armadura desenvolvida em Apokolips e com acesso a todos os tipos de kryptonite, Lex aparentemente fere mortalmente a nossa heroína ao expo-la a krytonite negra (Supergirl #4), quando esta falha em responder às perguntas do vilão acerca do paradeiro de Darkseid (que o Superman havia prendido na Source Wall). 

Contudo, este não é o fim de Kara. 

Do corpo inerte da nossa heroína emerge uma outra Kara, com uma variante negra e prateada do seu icónico uniforme. 

A Dark Supergirl, que em muito lembra o Kryton Man de 1990, mostra-se mais impiedosa que a Supergirl normal e rapidamente neutraliza a armadura de Lex (Supergirl #5). 

Temendo pela sua vida, o vilão tenta escapar, numa fuga que o leva até à Watchtower, a base lunar da JLA. 


 


Tal acção atrai a atenção da JLA, cujos membros são atacados pela Dark Supergirl. 

Esta não tem dificuldade em lidar com a JLA, usando força bruta para derrubar o Hawkman e a Black Canary, rapidez para roubar o anel de John Stewart e astúcia para enganar Wally West. 

Dark, cuja atenção já se havia desviado de Luthor (este fugiu aproveitando a confusão) estava prestes a matar o Martian Manhunter, não fosse a intervenção inesperada da Supergirl normal. 

A batalha entre ambas é violenta e culmina numa queda nas águas de Gotham. 


 


Lá o duo é brindado com a presença da trindade (Supergirl #5) que sem saber qual é a verdadeira Kara (Dark trocou o uniforme de ambas usando super velocidade) ataca ambas. 

O Superman e a Wonder Woman conseguem imobilizar as duas Karas tempo o suficiente para Diana usar o seu lasso no duo e fundi-las numa só. 

A Supergirl normal é restaurada, com a sua personna mais negra a desvanecer-se.



*Nota: Sem nenhum dos intervenientes saber, a Power Girl era na verdade uma versão alternativa mais velha da Supergirl, proveniente do velho multiverso pré-crise.

**Nota: Kon tinha-se exilado depois de ter atacado os Teen Titans sob o controlo mental de Lex Luthor.


 

Posted on segunda-feira, fevereiro 12, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018





Esta trágica história de amor tem lugar nas páginas de Marvel Two-In-One #61 a 63 (Vol 1, de 1980) e começa junto ao cais 17 em East River, Nova Iorque, quando um grupo de trabalhadores descobre um misterioso casulo. 

O mesmo eclode quase de imediato, revelando a figura dourada e perfeita de HER. 

Esta inicia a sua busca pela sua contra-parte masculina HIM, nesta altura conhecido como sendo o melancólico Adam Warlock, pelo que decide procurar o último terrestre a ter um contacto prolongado com ele. 

Esse terrestre não é nada mais, nada menos que a namorada do Thing dos Fantastic Four, a escultora cega Alicia Masters. 


 


É precisamente na companhia do Thing que Alicia está quando é interpelada por HER. 

O poder de HER está ao nível de arautos de Galactus como Terrax pelo que ela não tem dificuldade em bater o Thing e capturar Alicia. 

Enquanto que a mulher dourada revela à sua captiva o seu desejo de encontrar HIM, o Thing tenta contactar os Avengers, no entanto apenas logra em conseguir o auxílio do herói cósmico Starhawk. 


 


Este último, membro dos futuros Guardians of the Galaxy, viajou do seu período temporal para o presente por temer um potencial ressurgimento de Korvac, a maior ameaça cósmica desde Thanos. 

Com Starhawk a seu lado, o Thing parte para resgatar Alicia, que nesta altura já aceitou auxiliar voluntariamente HER.

Esta já sabe que o seu amado Adam está morto, mas pretende ressuscitá-lo. 

Como bónus, HER ganha outra aliada na figura da psíquica Moondragon. 


 


Após falharem em deter o trio, o Thing e Starhawk fazem uso de uma nave skrull que o Ben obteve nas páginas do segundo número de Fantastic Four e persegue as mulheres até à Counter-Earth, lar adoptivo de Adam e seu lugar de descanso. 

Contudo, HER e as suas aliadas depressa descobrem que esta cópia fiel da Terra não está no seu devido lugar.

Apenas a Counter-Moon permanece, sendo lá que elas irão encontrar a figura desmaiada de HE, a.k.a High Evolutionary, criador do planeta gémeo da Terra.


 


Thing e Starhawk chegam logo a seguir e um novo confronto tem lugar, com Ben a superiorizar-se à Moondragon, ao passo que Starhawk reverte para o seu lado feminino* durante a sua segunda contenda com HER. 

Será Alicia Masters quem irá colocar um ponto-final na batalha, apelando ao bom senso entre ambas as partes. 

Colocadas as diferenças de parte, HER restaura HE e este revela como o seu estado se deve a Adam. 


 


Segundo HE, Adam atacou-o usando a Soul Gem por julgar que este havia destruído a Counter-Earth**

Contudo, e como HE mais tarde veio a descobrir a sua criação fora retirada da sua órbita pelos Prime Movers, uma raça alienígena que havia sido contratada pelos misteriosos Beyonders para o fazer. 

Aparentemente estes últimos pretendiam estudá-la. 

Como forma de eliminarem potenciais opositores ao seu plano, os Beyonders enganaram Adam.
Junto com os heróis, HE tenta inicialmente recuperar a Counter-Earth, mas apercebendo-se que o núcleo deste está fragilizado e que iria explodir dentro em breve, opta por permitir que os Beyonders fiquem com o mesmo, como forma de o salvar. 


 


O seu único pedido para com os Prime-Movers passa por deixarem HER visitar a campa de Adam e assim tentar a ressurreição do herói galáctico. 

Contudo, e embora consiga trazer de volta o corpo de Adam, HER falha em devolver a sua alma ao mesmo. 

Esta, vítima da Soul Gem durante a batalha com Thanos, reside agora no Soulworld. 


 


Perante ela está um Adam desprovido de essência e incapaz de qualquer sentimento. 

Devastada, HER abandona a Counter-Earth e decide vaguear pelo espaço em busca de um novo amor.
Os restantes intervenientes regressam à Terra, com excepção do HE, que continua com as suas experimentações espaciais.


*Nota- Starhawk partilha o corpo com a sua esposa Aleta
 
**Nota- HE é como que um pai para Adam, tendo-lhe dado o seu nome e a Soul Gem


Posted on segunda-feira, fevereiro 05, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018



 


Com os membros dos X-Men a tornarem-se adultos e perante a necessidade de devolver à escola Xavier para os super-dotados aquele sentimento de escola, Chris Claremont e Bob McLeod criaram os New Mutants, que fariam a sua estreia nas páginas da Marvel Graphic Novel #4, corria o ano de 1982. 

Os membros originais daqueles que também seriam conhecidos como X-Men Júniores seriam: Cannoball (o primeiro dos New Mutants a ascender à categoria de X-Men), Karma, Mirage, Sunspot e Wolfsbane. 

Inicialmente apenas meros alunos de Xavier, os New Mutants tornar-se-iam também eles, e à imagem dos X-Men, heróis.  

Como tal seria apenas natural encontrarem múltiplos vilões pelo caminho. 

Aqui estão os dez vilões que maior impacto causaram nos confrontos com os jovens mutantes. 

Ficam excluídos os vilões que surgiram apenas quando o grupo passou a ostentar o termo de X-Force nos anos 90, como é o caso de Gideon, Stryfe e a sua MLF ou Reignfire.

Boa leitura!





Menções Honrosas:

S´ym


 


Como muitos nesta lista também S'ym começou como sendo um adversário dos X-Men, fazendo a sua primeira aparição nas páginas de Uncanny X-Men # 160 (Vol 1, de 1982). 

Servente do lorde demoníaco Belasco e um dos habitantes da horrível dimensão do Limbo, S'ym tem um passado com uma das mais destacadas integrantes dos New Mutants, a feiticeira russa Magik.

S'ym teve o seu grande momento durante a saga Inferno no qual se aliou a N'astirh, outro demónio também presente na nossa lista, numa tentativa de fundir a Terra com o Limbo.





Ani-Mator


 


Este tresloucado cientista ao serviço da organização anti-mutante The Right foi o responsável pela morte de Cypher, um dos primeiros membros dos New Mutants, durante a saga Fall of the Mutants. 

Criador de uma raça de animais humanóides ao estilo do HE (High Evolutionary), o Ani-Mator, que se vestia de forma bastante bizarra, governava as suas criações com punho de ferro. 

O altamente instável vilão será alvo de uma terrível punição devido aos seus actos, sendo condenado por Magik, na época governante do Limbo, a uma estadia permanente na sombria dimensão.





Spyder


 


Um traficante intergaláctico de escravos, Spyder entrou em conflito com os New Mutants quando tentou capturar a namorada de Cannonball, a cantora Lila Cheney. 

Fazendo a sua primeira aparição em New Mutants # 66 (Vol 1, de 1988), Spyder não só falharia em concretizar este seu objectivo, como perderia também uma das suas escravas, a igualmente alienígena Gosamyr.





N'astirh


 


Um dos maiores feiticeiros do limbo, segundo apenas para Belasco e Magik, o demónio conhecido como N'astirth esteve por detrás da invasão da Terra durante Inferno. 

Responsável pela regressão de Magik para a personna maléfica de Darkchilde, N'astirth vai usá-la para abrir inúmeros portais com o intuito de fundir a Terra e o Limbo. 

Eventualmente o demónio será batido pelos esforços combinados dos X-Men, dos X-Factor e dos New Mutants.





Sentinels


 


Tal como já havia acontecido com os X-Men, também os New Mutants tiveram que se haver com estes robots homicidas. 

Nas páginas de New Mutants #2 (Vol 1, de 1983) os nossos jovens heróis enfrentaram uma nova fornada destes Sentinels. 

Criados por um dos líderes do Hellfire Club, Sebastian Shaw, estes Sentinels azulados eram muitos mais perigosos do que os modelos anteriores desenvolvidos por Steven Lang. 

Ainda assim, teriam o mesmo destino dos seus antecessores. 

A derrota. 





Hela


 


A deusa da morte asgardiana teve alguns encontros com os New Mutants, tendo sido todos eles motivados pelo seu desejo de transformar Mirage numa das suas valquírias e usá-la contra Odin. 

A vilã efectivamente conseguiria atingir este seu propósito em New Mutants #77 (Vol 1, de 1989), com Mirage a quase liquidar o pai dos deuses usando uma espada criada por Hela. 

Não fosse a intervenção dos restantes New Mutants e hoje teríamos uma Asgard dominada por Hela. 





Demon Bear


 


Um dos primeiros e mais letais adversários dos New Mutants foi criado para aterrorizar os sonhos da jovem Mirage. 

Uma criatura espiritual extremamente malévola, o Demon Bear mostrou-se capaz de transformar outros em versões monstruosas de si mesmos, conforme Magma pode atestar. 

A criatura apenas seria destruída através do recurso à Soulsword (espada capaz de quebrar feitiços).






10 - Donald Pierce


 


O White Bishop do Hellfire Club, Pierce e os seus Reavers procuram, como muitos nesta lista, o completo extermínio da raça mutante. 

Pierce iria liderar um ataque aos New Mutants que só não terminaria em sucesso porque um dos integrantes dos seus Reavers era na verdade um mutante (Joshua Folley, a.k.a Elixir).  





9 - Purifiers


 


Um grupo extremista dirigido pelo reverendo William Stryker que acreditava estar numa missão sagrada que visava o extermínio da raça mutante. 

O grupo seria responsável por um violento ataque às instalações da Mansão X durante a Decimation, que culminaria na morte de inúmeros estudantes. 

Para além disso, os Purifiers seriam ainda responsáveis pela morte de Wallflower e Icarus, dois membros dos New Mutants da altura.
 





8 - Emma Frost e os Hellions


 


A versão maléfica dos New Mutants, os Hellions eram estudantes na escola para dotados de Massachusetts. 

Criados pelo Hellfire como resposta ao surgimento dos New Mutants, o grupo de jovens vilões era liderado pela White Queen, a.k.a Emma Frost. 

Os Hellions fariam a sua primeira aparição nas páginas de New Mutants #16 (Vol 1, de 1984) e seriam constituídos originalmente por Jetstream, Empath, Catseye, Warpath, Roulette e Tarot. 

Frost esboçou inúmeras tentativas de converter New Mutants para o seu grupo. 

Curiosamente e após a morte do grupo às mãos de Fitzroy, um novo conjunto a dar pelo nome de Hellions seria reunido por Emma Frost em New X-Men: Academy X #2 (Vol 1, de 2004). 

Estes não eram vilões per se, uma vez que Emma era agora parte dos X-Men. 





7 - Beyonder


 


Um dos seres mais poderosos do Universo Marvel, o Beyonder entrou em contacto com os New Mutants pela primeira vez durante a segunda Secret Wars de 1985/86. 

Após um breve confronto com os New Mutants, os X-Men e os Avengers em Los Angeles, no qual o Beyonder faria a personna sombria de Magik vir ao de cima (Darkchilde), o omnipotente vilão tentaria converter a jovem equipa à sua causa.

Furioso pelo seu insucesso em fazê-lo, o Beyonder aniquilaria todos os membros dos New Mutants, fazendo inclusive o mundo esquecer que eles haviam existido (New Mutants #37, Vol 1, de 1986). 

Como é óbvio a vitória dos heróis sobre o Beyonder restauraria os jovens mutantes não só à vida, mas também à memória colectiva. 





6 - Belasco


 


Senhor do Limbo e principal responsável pelo triste fado que se abateria sobre as mutantes Magik e Pixie. 

O vilão, servo dos Elder Gods, pretendia trazer o Limbo para a Terra e pretendia fazê-lo através das capacidades de teletransportação da pequena Magik. 

A rapariga seria salva pelos X-Men, mas a maldade de Belasco fazer-se-ia sentir nos seus servos S'ym e N'astirth, assim como na forma demoníaca da mutante (Darkchilde). 

Belasco entraria novamente em rota de colisão com os New Mutants aquando da sua busca por Magik. 

Nessa altura, Belasco teletransportou toda a equipa para o Limbo, onde torturou muitos deles, antes de ser novamente vencido. 





5 - Legion


 


David Haller é o filho do Professor X e da diplomata israelita Gabrielle Haller, e um dos mais poderosos e instáveis mutantes do Universo Marvel. 

Com um grave caso de múltipla personalidade,  David confrontará os New Mutants num violento showdown psiquíco que também envolverá o Professor X. 

Após a derrota da personalidade negativa que o estava a dominar, Jack Wayne, o Legion será entregue aos cuidados da doutora Moira. 

O segundo encontro do Legion com os New Mutants será igualmente brutal, com Mirage a quase ser morta  precisamente por Jack Wayne. 





4 - Magnus


 


Pai de um dos mais populares New Mutants de todos os tempos, Warlock, e um perigoso alienígena com tendências homicidas, Magus foi um dos primeiros vilões originais dos New Mutants, marcando a sua estreia nas páginas de New Mutants #18 (Vol 1, de 1984). 

Poderoso e desejoso por matar o próprio filho, Magus seria detido pelos New Mutants e mais tarde pelos X-Men e pelos Avengers. 

Destruído, uma parte de si seria usada pela vilã Selene no seu plano de ressuscitar mutantes mortos. 





3 - Selene


 


A Black Queen do Hellfire Club e uma das principais inimigas dos New Mutants, a vampirica Selene teria o seu primeiro encontro com os nossos heróis em New Mutants #9 (Vol 1, de 1983). 

Um encontro que teria lugar em Nova Roma, uma cidade oculta na selva amazónica. 

Manipuladora nata, Selene iria tentar controlar inúmeros jovens mutantes, com destaque para Magma e Wither (este último tornar-se-á no seu amante). 

Ela será ainda responsável pela breve ressurreição de inúmeros mutantes, embora brevemente, durante o evento de 2009, Necrosha. 





2 - Shadow King


 


Inimigo ancestral do Professor X, a criatura psíquica conhecida como Shadow King visaria os New Mutants como forma de atingir Charles, assumindo controlo sobre uma das fundadoras do grupo, Karma, desformando a mutante e colocando-a em conflito com o resto dos membros da equipa. 

O Shadow King irá manipular igualmente Sunspot, Magma e os Gladiators (outro grupo mutante) para servirem os seus intentos. 

O vilão acabaria por ter a sua forma astral temporariamente destruída por Karma quando esta se libertou da sua influência. 





1 - Cameron Hodge


 


O líder da organização terrorista The Right seria responsável indirecto pela morte de Cypher durante o evento Fall of The Mutants e teria uma mão tanto na transformação de Wolfsbane numa Mutate (escravos mutantes da República de Genosha) como na aparente morte do Warlock durante a X-Tinction Agenda. 

Transformado numa criatura tecnorgânica devido a um feitiço do demónio N'astirth, Cameron Hodge é um adversário extremamente perigoso, sendo responsável pelo amputamento de uma das pernas de Karma. 










Posted on segunda-feira, janeiro 29, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018



 


Desenvolvido pela Gazelle e pela Banpresto, Pretty Soldier Sailor Moon é um beat'em up bastante fluído e rápido lançado em 1995 para as máquinas de arcade japonesas. 

O jogo segue de perto os eventos da primeira temporada da popular série de animação Sailor Moon, com o boss final a ser a dificílima Queen Beryl. 

Uma vez mais e como já havia sido feito por outros jogos licenciados da série, assumimos o controlo sobre uma das cinco Sailors disponíveis. 

Temos a protagonista da série, Usagi Tsukino (ou como era conhecida em Portugal, Bunny), que é também a mais balanceada das personagens seleccionáveis.


 


Seguem-se a Sailor Venus (Minako Aino), a Sailor Mercury (Ami Mizuno), a Sailor Jupiter (Makoto Kino) e a Sailor Mars (Rei Hino), sendo que cada uma delas tem as suas próprias vantagens e desvantagens. 

Por exemplo, Jupiter é a mais forte fisicamente, ao passo que Mars tem o ataque mais longo. 

Cada personagem está ainda dotada do seu próprio golpe especial, que todavia deve ser usado com cautela, uma vez que neste jogo vigora uma das regras mais básicas dos beat'em ups. 


 


Sempre que nos servirmos do muito eficaz golpe especial, teremos custos que serão bem visíveis na nossa barra de energia. 

Pretty Soldier conta com oito níveis, diferentes adversários e bosses bastante interessantes. 

Os níveis representam, todos eles, localizações que podem ser vislumbradas na série de animação. 

Destaque deve ser dado aos níveis passados na torre de Tóquio e no salão de jogos (onde Bunny tantas vezes jogou Sailor V). 


 


Os mesmos estão repletos de itens com os quais poderemos não só restabelecer a nossa barra de energia, como também aumentar o nosso score. 

Os adversários que teremos que enfrentar são tão detalhados e coloridos como os níveis nos quais estão inseridos. 

Com sprites enormes, estes inimigos representam monstros que as heróicas navegantes já tiveram o desprazer de enfrentar no anime e na manga. 


 


Os bosses, que consistem no último obstáculo a impedir o sucesso do jogador no nível, alternam entre a dificuldade média e extrema, com alguns deles a serem despromovidos para a categoria de inimigos regulares (o primeiro ao qual acontece isso é o boss do primeiro nível, que reaparece no terceiro nível nessa categoria inferior). 

Para além das personagens principais e dos seus vilões  devemos salientar a inevitável presença do Tuxedo Mask no jogo. 

Este faz a sua primeira aparição no segundo nível de Pretty Soldier, durante a batalha com o boss dessa mesma etapa. 


 


O elegante interesse romântico de Usagi repete essa mesma aparição por diversas vezes, auxiliando (ainda que brevemente) nos confrontos com os bosses que se seguem. 

Tudo isto acompanhado com uma banda sonora que nos remete na perfeição para o ambiente fantasioso do universo da Sailor Moon. 


 


A apresentação deste jogo da Banpresto conclui-se com o recurso a animações para as diferentes personagens aquando da execução do já referido golpe especial e após estas sofrerem um determinado número de danos. 

Tal serve para aumentar ainda mais o charme do título em questão.




Pretty Soldier é bem mais que um comum beat'em up, uma vez que  não se limita a seguir as normas do género, mas antes procura oferecer variedade no que aos desafios apresentados diz respeito. 

Isto pode ser visto através da existência de níveis duplos (a partir do terceiro nível) e níveis que nada mais são do que gigantescas batalhas com os bosses (nomeadamente os derradeiros níveis do jogo).


 


Em suma, Pretty Soldier é um beat'em up bastante sólido que será certamente apreciado pelos fãs do género e ainda mais pelos seguidores do anime/manga no qual se baseia. 





Posted on segunda-feira, janeiro 22, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018



 


Após uma sequência de aventuras que o viu auxiliar o antigo Green Lantern Priest na tentativa de parar um conflito intergaláctico nas fronteiras do sector 2814 (onde se situa a Terra) e enfrentar o herói governamental, Captain Atom, devido às acções de um perigoso visitante espacial de nome Visitor, Hal Jordan, um dos poucos Green Lanterns que nesta época existiam no universo decide servir de escolta nas páginas de Action Comics #632 (Vol 1, de 1988). 

Com o intuito de garantir que Visitor não representa uma ameaça para outros planetas do sector, Hal segue-o pelo espaço. 


 


Contudo, a perseguição é curta, com o Green Lantern a acidentalmente entrar numa dobra espacial e dar consigo num espaço sideral desconhecido. 

Com o anel a ser incapaz de lhe fornecer info útil para a sua situação, Hal desloca-se ao planeta mais próximo em busca de respostas que o possam conduzir de volta à Terra. 

Ao abordar um dos nativos, Hal é surpreendido pelo facto de este se referir a si como sendo um dos escolhidos. 

O alien diz que Hal ostenta a marca do mestre e indica-lhe o caminho para o mesmo. 


 


O dito mestre, Lord Malvólio, reside num enorme palácio situado numa colina marcada com o símbolo dos Lanterns. 

Malvólio, que não é parte das Corps, tem um anel de design antigo que herdou do falecido pai, um antigo Green Lantern do sector 2814 (Lord Malvólio matou o pai para o obter, como irá revelar mais tarde). 

Lord Malvólio é, para espanto de Hal, terráqueo, tendo nascido na Terra no distante ano de 1612. 

Contudo e embora partilhem a mesma origem, Malvólio pouco ou nada ajuda Hal, revelando apenas que o mundo onde ambos estão reside para além de Phobos (uma das luas de Marte) e que desconhece o caminho de volta para a Terra. 

Insatisfeito com a atitude de Malvólio, Hal abandona o castelo e faz uma nova tentativa junto de um dos nativos deste mundo alienígena. 


 


Contudo, Hal apenas logra que o mesmo morra às mãos de um insano Malvólio, quando estava prestes a mostrar-lhe o caminho para a Terra. 

Lord Malvólio revela que foi ele quem trouxe Hal para além de Phobos para que este último servisse como aliado na batalha contra Priest (precisamente o antigo Lantern que Hal encontrara issues atrás). 

O vilão, perante a recusa de Hal, decide mostrar o seu vasto poder, sobrevivendo a uma rajada de vontade do herói e fazendo-o atravessar o planeta com um potente soco energético.


 


Reconhecendo não ser páreo para o Lantern mais poderoso que havia enfrentado desde Sinestro, Hal tenta encontrar refúgio numa estação dourada que orbitava o planeta. 

Hal esperava que a coloração da mesma servisse de protecção contra o Lord Malvólio, uma vez que também ele devia estar sujeito à fraqueza dos anéis dos Lanterns. 

Contudo, a estação não era local de refúgio para possíveis resistentes ao domínio de Malvólio, mas antes um altar para a sua glória. 


 


O vilão não tarda a encontrar Hal na dita estação, não hesitando em devastar a mesma, matando todos os seus seguidores no processo.

Enojado pela atitude genocida de Malvólio, Hal reúne o que resta da sua vontade e enfrenta o vilão, conseguindo efectivamente mandá-lo ao chão. 

Todavia, e como matar não faz parte dos ensinamentos dos Lanterns, Hal não dá o golpe final, permitindo que o Lord destrua o seu anel com um disparo amarelo de uma pistola. 

Sem anel e com um ainda mais furioso Malvólio a persegui-lo, Hal tenta usar diversas armas existentes na estação para o parar. 

Ironicamente será através de um arco e flecha improvisados que Jordan consegue finalmente abater Malvólio*




Com o vilão aparentemente morto, Hal toma o anel do mesmo e usa-o para regressar à Terra. 

Momentos mais tarde e já depois de Hal ter partido, Malvólio levanta-se, revelando que tudo à sua volta não passava de uma mera ilusão. 

O espaço para além de Phobos nada mais é que uma área parecida com a Phantom Zone na qual fora aprisionado por Priest séculos atrás. 

O vilão viu em Hal um aliado no seu plano de vingança contra não apenas Priest, mas também contra os Guardians of the Universe. 

Foi por essa razão que Malvólio permitiu que Hal partisse usando o seu anel.

Esta aventura começou, como já foi referido acima, nas páginas de Action Comics #632, prolongando-se até ao número 635 (Vol 1, de 1989).

Fãs especularam durante anos que foi o anel de Malvólio que tornou Hal Jordan susceptível ao avatar do medo, Parallax, e que consequentemente o fez atacar Oa durante o Emerald Twilight, de 1994. 

Curiosamente, o anel do Lord Malvólio foi destruído pelo próprio Hal em Green Lantern  #50 (Vol 3. de 1994), tendo sido recuperado quase de imediato pelo último Guardian sobrevivente, Ganthet, e entregue ao torch bearer, Kyle Rayner. 

É este o anel que Kyle vai estar a usar quando ele próprio tiver caído sobre a influência do Parallax durante a Sinestro Corps War, em 2007. 

Malvólio todavia nunca mais regressou.



*Nota: A "morte" de Malvólio seria imitada em Zero Hour quando Hal, como Parallax, for morto da mesma maneira pelo Green Arrow.





Posted on segunda-feira, janeiro 15, 2018 by Ivo Silva

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